Posts Tagged ‘jose sarney’

Movimento Fora Sarney II – 7 de setembro

5 setembro 2009

Nessa segunda, feriado da Independência (07/09), acontecerá em todo Brasil manifestações de cidadãos insatisfeitos com as pizzas do caso Sarney no conselho de ética (?!?) do senado federal, protestando contra a permanência do senador “maranhense” do Amapá na presidência da casa.

Se você estiver disposto a contribuir com um movimento pró-cidadania, PARTICIPE, faça a diferença!

fora sarney II 2

 Abaixo, listagem de cidades e locais já agendados:

Brasília – DF
Ação: Será realizada uma grande festa.
Inicio 9h! Por isso,  CHEGAR CEDO.
Quando: segunda, dia 07 de setembro
Horas: às 7h
Onde:  Concentração na Rodoviária, Plano Piloto.
Escada rolante próxima à entrada do metrô.

Rio de Janeiro – RJ
Ação: Manifestação durante o Desfile Militar Oficial promovido pelo Governo do Estado
Quando: segunda, dia 07 de setembro
Horas: às 7h
Onde: Saída do metrô Presidente Vargas, no Centro do Rio de Janeiro

São Paulo – SP
Ação: manifestação pública
Quando: segunda, dia 07 de setembro
Horas: às 14h
Onde:  MASP

Itu – SP
Ação: panelaço contra a corrupção
Quando: segunda, dia 07 de setembro
Horas: às 17h
Onde: Praça da Matriz

Belo Horizonte – MG
Ação: manifestação pública
Quando: segunda, dia 07 de setembro
Horas: às 14h
Onde: concentração na Praça Sete

Curitiba – PR
Ação: manifestação pública
Quando: segunda, dia 07 de setembro
Horas: às 10h
Onde: Centro Cívico
Concentração: em frente ao Shopping Mueller
*Vá de preto, nariz de palhaço e cartão vermelho na mão.

Maringá – PR
Ação: manifestação pública
Quando: segunda, dia 07 de setembro
Horas: às 14h
Onde: concentração em frente a Universidade Estadual  (UEM).

Porto Alegre – RS
Ação: manifestação pública
Quando: segunda, dia 07 de setembro
Horas: às 9h
Onde: concentração em frente a Câmara Municipal

Florianópolis – SC
Ação: manifestação pública
Quando: segunda, dia 07 de setembro
Horas: às 16h
Onde: Trapiche da beira-Mar

Vitória – ES
Ação: manifestação pública
Quando: segunda, dia 07 de setembro
Horas: às 9h
Onde: em frente ao Bob’s na Praia do Canto

Manaus – AM
Ação: manifestação pública
Quando: segunda, dia 07 de setembro
Horas: às 9h
Onde: Posto em frente ao estádio Vivaldo Lima

Goiânia – GO
Ação: manifestação pública
Quando: segunda, dia 07 de setembro
Horas: às 15h
Onde: Na Praça Universitária

 

Para maiores informações acesse:  www.forasarney.com.br

 

Movimento Fora Sarney

22 agosto 2009

Nesse sábado (22/08) acontecerá em todo Brasil passeatas e manifestações de cidadãos insatisfeitos com a pizza do caso Sarney no senado federal, protestando contra a pemanência do senador maranhense do Amapá na presidência da casa.

Se você estiver disposto a contribuir com um movimento pró-cidadania, PARTICIPE, faça a diferença!

José Sarney representa o atraso, um Brasil arcaico que queremos enterrar

José Sarney representa o atraso, um Brasil arcaico que queremos enterrar

 

Para saber sobre locais e horários em outras cidades, consulte a comunidade do Orkut Fora Sarney.

And the Oscar goes to…

6 agosto 2009

sarney lula poderoso chefaoCE 

Em cima da charge de Welder Rodrigues, publicada no Kibeloco.

 

"Lula, a pizza, o porquito e o compadrio" – by UOL

18 julho 2009

Excelente produção de humor da equipe do UOL vídeos

Comentem à vontade!

Petrobras e Sarney, tudo a ver

9 julho 2009

Petrobras sarney CE

Clipping do portal IG – Último Segundo

SÃO PAULO – A Fundação José Sarney – entidade privada instituída pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para manter um museu com o acervo do período em que foi presidente da República – desviou para empresas fantasmas e outras da família do próprio senador dinheiro da Petrobras repassado em forma de patrocínio para um projeto cultural que nunca saiu do papel. As informações são do jornal “O Estado de São Paulo”.

Do total de R$ 1,3 milhão repassado pela estatal, pelo menos R$ 500 mil foram parar em contas de empresas prestadoras de serviço com endereços fictícios em São Luís (MA) e até em uma conta paralela que nada tem a ver com o projeto. Uma parcela do dinheiro, R$ 30 mil, foi para a TV Mirante e duas emissoras de rádio, a Mirante AM e a Mirante FM, de propriedade da família Sarney, a título de veiculação de comerciais sobre o projeto fictício.
 
 
 
A verba foi transferida em 2005, após ato solene com a participação de Sarney e do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli. A Petrobras repassou o dinheiro à Fundação Sarney pela Lei Rouanet, que garante incentivos fiscais às empresas que aceitam investir em projetos culturais. Mas esse caso foi uma exceção. Apenas 20% dos projetos aprovados conseguem captar recursos.
O projeto de Sarney foi aprovado pelo Ministério da Cultura em 2005 e está em fase de prestação de contas na pasta. Antes da aprovação, o próprio Sarney chegou a enviar um bilhete ao então secretário executivo e hoje ministro da pasta, Juca Ferreira, pedindo para apressar a tramitação. Em 14 de dezembro, o ministério comunicou que o projeto estava aprovado e, no dia seguinte, a Petrobras anunciou a liberação do dinheiro. Procurada pelo jornal, a Petrobras informou que a fundação foi incluída no programa de patrocínio como “convidada” e por isso não teve de passar pelo processo de seleção.
O objetivo do patrocínio, que a fundação recebeu sem participar de concorrência pública, que a estatal faz para selecionar projetos, era digitalizar os documentos do museu. “Processamento técnico e automação do acervo bibliográfico”, como diz um relatório de contas.
Pela proposta original, que previa o cumprimento das metas até abril de 2007, computadores seriam instalados nos corredores do museu, sediado num convento centenário no centro histórico de São Luís, para que os visitantes pudessem consultar online documentos como despachos assinados por Sarney na época em que ocupava o Palácio do Planalto. Até esta quarta-feira, não havia um único computador à disposição dos visitantes.

Nos últimos dias, o Estado analisou notas fiscais e percorreu os endereços das empresas que a fundação afirma ter contratado para prestar serviços ao projeto. Na relação de despesas, foram anexados até recibos da própria entidade para justificar o saque de R$ 145 mil da conta aberta para movimentar o dinheiro do patrocínio.

Recibo

Em recibo de 23 de março de 2006, em papel timbrado da fundação, Raimunda Santos Oliveira declara ter recebido R$ 35 mil por “serviços prestados de elaboração do projeto de preservação e recuperação do acervo” do museu. Procurada ontem pela reportagem, ela disse que já trabalhou na fundação, mas nos anos 90. “Eu trabalhei lá de 1990 a 1995”, disse. Sobre o recibo, não quis comentar: “Não sei do que você está falando.”

 

 

 
 
A lista de empresas que emitiram as notas revela atuação entre amigos no esforço para justificar o uso do dinheiro. Uma delas, a Ação Livros e Eventos, tinha como sócia até pouco tempo atrás a mulher de Antônio Carlos Lima, o “Pipoca”, ex-secretário de Comunicação da governadora Roseana Sarney (PMDB) e atual assessor do ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, aliado da família.
Das 34 notas fiscais emitidas pela Ação, que somam R$ 70 mil, 30 são sequenciais – é como se a firma tivesse apenas a Fundação José Sarney como cliente. Mais: uma das sócias, Alci Maria Lima, que assina recibos anexados à prestação de contas, nem sabe dizer que tipo de serviço a empresa prestou. “Eu assinei o recibo, mas não sei o que foi que a empresa fez, não.”
“Pipoca” é irmão de Félix Alberto Lima, dono de outra empresa, a Clara Comunicação, que teria prestado serviços ao projeto da fundação. As notas da Clara totalizam R$ 103 mil.
Ao jornal, Félix Lima disse num primeiro momento que prestou serviços de divulgação das atividades da fundação. Ele não soube explicar a relação disso com o projeto patrocinado pela Petrobras. “Não sei de projeto, me chamaram para fazer esse trabalho e cumpri isso profissionalmente”, disse. Mais tarde, em outro telefonema, tentou retificar o que dissera: afirmou que a Clara foi contratada para divulgar o projeto.

Outra empresa cujas notas foram anexadas na prestação de contas, o Centro de Excelência Humana Shalom, não existe nos endereços declarados à Receita Federal. Por “serviços de consultoria”, teria recebido R$ 72 mil da Fundação José Sarney. À época, a Shalom tinha como “sede” a casa da professora Joila Moraes, em bairro de classe média de São Luís. “A empresa é de um amigo meu, mas nunca funcionou aqui. Eu só emprestei o endereço”, disse Joila. Ela é irmã de Jomar Moraes, integrante do Conselho Curador da Fundação José Sarney e amigo do senador.  * Com Agência Estado

Ver matéria completa clicando aqui.

 

 

Perguntar não ofende

25 junho 2009

Só por curiosidade: Tem algum parente do Sarney enfiado aí na Petrobras também?